Olhou-o nu, na mesma cama, ao seu lado. O corpo era de um igual, mas diferente em formas, texturas, tamanhos, odores...
Não eram duas metades, eram dois inteiros que se renderam a intensidade do encontro e optaram, assim, por viver aquele momento.
O que olhava sorriu ao perceber, materializado, o que pertencia ao seu imaginário.
A oportunidade de tocar, provar, render-se, lhe inundou os olhos, arregalados, forçando-os a ficarem abertos. Agora, para sonhar não necessitava mais dormir, era preciso acordar.
A oportunidade de tocar, provar, render-se, lhe inundou os olhos, arregalados, forçando-os a ficarem abertos. Agora, para sonhar não necessitava mais dormir, era preciso acordar.
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