Abra os seus olhos sem demora nessa hora de adeus,
que eu mereço
Solte essa lágrima fugitiva que treme seu olhar,
que eu te conheço
Não fuja pela janela da lavanderia e percorra o quintal
Siga o corredor, passe a salinha e saia pela porta principal
Exponha esse grito na garganta que espanta o que vivemos,
que você precisa
Não se force a um beijo sem desejo pelo anseio de ir embora,
Não há dívida
Persista no caminho ensolarado e distante que você escolheu,
Mas eu te proíbo de velar um amor que para mim não morreu.